Oblíqua

A mon seul désir [Ao meu único desejo], de Gaëlle Bourges

Por: Rodrigo Monteiro

Uma alegoria dos costumes An allegory of customs [EN below]   Na História da Arte, há uma série de debates que são criados a partir de obras que respondem umas às outras. Para além de relatos e textos reflexivos, que contribuem para um tracejado historiográfico de momentos e pensamentos de períodos distintos, a própria arte…

Bienal Sesc de DançaGaëlle Bourges
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Mascarades, de Betty Tchomanga, com Ndoho Ange

Por: Rodrigo Monteiro

Uma magia, uma desintoxicação da imaginação A magic, a detox of the imagination [EN below]   Um canto de uma sereia tem papel ambivalente em sua elocução: encanta e atrai, ao mesmo tempo que apavora e afoga. Em uma referência à figura de Mami Wata (uma divindade de água venerada nas tradições espirituais da África…

Betty TchomangaBienal Sesc de DançaNdoho Ange
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Cellule [Cela], de Nach Van Van Dance Company

Por: Rodrigo Monteiro

Identidade em suspensão Suspended Identity [EN below]   Atualmente – mas também já há um tempo –, diversas e diversos artistas da dança recorrem a um treinamento corporal em específico, sofisticando-se em um vocabulário para poder explorá-lo não de modo restrito às gramáticas já estabelecidas por uma modalidade, mas para experimentar arranjos outros. A partir…

Bienal Sesc de DançaNachNach Van Van Dance CompanySesc-SP
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Valsa Imaginária de Kyoto [Kyoto Imaginary Waltz], de Nanako Matsumoto e Kengo Nishimoto/team chiipro

Por: Rodrigo Monteiro

Valsar com tanukis, ou como criar as concretudes do que é fantástico Waltzing with Tanukis, or how to create the concreteness of the fantastic [EN below]   Uma das ignições mais mágicas do realismo fantástico dá-se através de incisões feitas sobre a ordinariedade da realidade a partir do que é supostamente irreal. O absurdo, portanto,…

Bienal Sesc de DançaKengo NishimotoNanako Matsumototeam chiipro
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CRUSH, de Rafaela Sahyoun, com Inês Galrão e Gustavo Cabral

Por: Rodrigo Monteiro

O sutil do erótico   Atualmente, há alguns estados corporais com os quais ou não mais sabemos lidar, ou os quais têm se modulado a partir da obstrução de uma sensibilidade da subjetividade. Por um lado, muitos sentimentos hoje desprezados, com qualidades mais morosas, a exemplo do tédio, tiveram e ainda têm o seu valor…

Aline SantiniGustavo CabralInês GalrãoRafaela SahyounYantó
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