Oblíqua

Borda, de Lia Rodrigues Companhia de Danças

Por: Rodrigo Monteiro

Em nossas mãos   Borda estreia em São Paulo dois dias depois do pior massacre da história do Rio de Janeiro, quando, em 28 de outubro de 2025, mais de 120 pessoas tiveram suas vidas ceifadas por uma necropolítica que há tempos vem sendo gestada. Invisível em sua articulação, mas extremamente concreta em sua realização,…

centro de artes da maréLia Rodrigues Cia de DançasRedes da MaréSesc-SP
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Cellule [Cela], de Nach Van Van Dance Company

Por: Rodrigo Monteiro

Identidade em suspensão Suspended Identity [EN below]   Atualmente – mas também já há um tempo –, diversas e diversos artistas da dança recorrem a um treinamento corporal em específico, sofisticando-se em um vocabulário para poder explorá-lo não de modo restrito às gramáticas já estabelecidas por uma modalidade, mas para experimentar arranjos outros. A partir…

Bienal Sesc de DançaNachNach Van Van Dance CompanySesc-SP
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Bolero, de Mauricio Flórez

Por: Rodrigo Monteiro

Contra a inércia no coração   A apatia, sentimento que desmobiliza os desejos e a vontade de transformação, parece um imperativo quase imperceptível dos nossos tempos, mas que, gestada continuamente na vida cotidiana, promove sintomas tão visíveis quanto o mais sublime alvorecer ou o mais melancólico dos crepúsculos. Ela gera incredulidade, asfixia, estagnação e interrupções…

DançaMauricio FlórezSesc-SP
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Hiato Expandido, de FTMM

Por: Rodrigo Monteiro

com: Carolina Canteli, Dani Moraes, Felipe Teixeira, Gustavo Cabral, Liana Zakia Martins, Maria Basulto, Mariana Molinos e Mauricio Florez. Movediços Ralentar o tempo e dilatar a possibilidade de presença no espaço são tentativas que, em diferentes filosofias e práticas, buscam promover condições para que o corpo possa estar, de fato, imerso nas condições reais e…

Carolina CanteliDançaDani MoraesFelipe TeixeiraFTMMGustavo CabralHiato ExpandidoLiana Zakia MartinsMaria BasultoMariana MolinosMauricio FlórezSesc-SP
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Força Estranha, de Futura

Por: Rodrigo Monteiro

Saturação   Manter um compasso coreográfico não se limita, necessariamente, a estabelecer apenas um mesmo tom, com pausas e intensidades colocadas em um intervalo regular no espaço e no tempo da dança. Para além da regularidade, pode-se sustentar um compasso que se inicia com a repetição, mas que depois consegue criar graus de variação: varre-se…

Aline BonaminClarice LimaDançaFomento à DançaFuturaSesc-SP
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